Everything is cyclical. Trends come and go in music, fashion, food - and the same goes for art. Malick Sidibé is a classic name in photography, distinguished for his documentary work on youth culture and style in a Postcolonial Mali, where he was born. He rose to prominence in the 60s and, atlhough he won a Golden Lion Award for Lifetime Achievement at the Venice Biennale (the first African to do so), in 2007, it seems as though we haven't seen much of him in the media - until very recently. 

In the Met's first exhibition on African photography, Malick was a distinguished photographer on display, which may have brought him back into the art and fashion world's eyes. Now, thankfully, the Jack Shainman Gallery in New York is paying homage to the photographer with a solo show, his sixth in his career. The exhibition will go on until April 23rd and now sadly also serves a memorial to the photographer, who passed away this week at 80 years old. 

Just as his images, his story is simple and captivating. Born into a peasant family, he grew up herding animals but was admitted to art school at a young age given his drawing skills. This changed Malick's life and directed him towards the artistic road. In the 50s he purchased his first camera - a Kodak Brownie with flash, which enabled him to take pictures of parties at night - and the rest is history. 

I love love love his work so much - his compositions and subjects touch me deeply. It's sad to know he has left us, but I am happy that we are living in a moment in which this artist's amazing contributions are being highlighted. Below is a gallery of some of my favorite work of his - I hope you enjoy it!


 

Tudo é cíclico. As tendências vem e vão na música, na moda, na culinária — e o mesmo vale para a arte. Malick Sidibé é um nome clássico na fotografia, notável por seu trabalho documentário sobre a cultura e o estilo jovem em uma Mali pós-colonial onde nasceu. Ele ganhou destaque nos anos 60 e, embora tenha ganhado um Prêmio Leão de Ouro Lifetime Achivement (de carreira) na Bienal de Veneza (o primeiro africano a recebê-lo), em 2007, parece que não temos visto muito dele na mídia — até muito recentemente.

Na primeira exposição do Met sobre fotografia africana, Malick foi um importante fotógrafo em exibição, o que pode tê-lo trazido de volta aos olhos do mundo da arte e da moda. Agora, felizmente, a Galeria Jack Shainman em Nova Iorque está prestando uma homenagem ao fotógrafo com um show solo, o sexto em sua carreira. A exposição irá até o dia 23 de abril e agora, infelizmente, também serve como um memorial ao fotógrafo, que faleceu essa semana aos 80 anos de idade.

Assim como suas imagens, sua história é simples e cativante. Nascido em uma família de camponeses, ele cresceu pastoreando animais, mas foi admitido na escola de arte muito novo devido às suas habilidades de desenho. Isso mudou a vida de Malick e o colocou em direção da estrada artística. Nos anos 50 ele comprou sua primeira câmera — uma Kodak Brownie com flash, o que permitiu que ele tirasse fotos em festas à noite — e o resto é história.

Eu amo amo amo tanto seu trabalho — suas composições e assuntos me tocam profundamente. É triste saber que ele nos deixou, mas fico feliz que estamos vivendo em um momento em que as contribuições incríveis deste artista estão sendo destacadas. Abaixo está uma galeria de alguns dos meus trabalhos favoritos dele — espero que você goste!


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