Spring time, Calder time. For this month, the Heather James Gallery has put together an exhibition of only the artist's works. Calder created over a half century of works and some of the most intriguing ones - a lot of which were gifts he made for friends and family - were never commercialized. It is some of these unseen works that are on display at the gallery. 

Amongst the treasures in the gallery is a standing mobile from 1948 which belonged to the family of one of Calder's good friends - a neighbor with whom Calder shared great memories. There is also a portrait of Arthur Miller, which Calder drew on the side of his barn in Connecticut and was later removed so it could be preserved. There is also a silver bracelet from the 60s, given to a friend whose husband helped the artist build his studio. The list of interesting objects, to which Calder added his special touch, goes on and on, showing the artist's infinite creativity and, also, his generosity - as we understand what it was common for the artist to gift out his work! 

Ah, how I would love to have known Calder and have been gifted with a work of his! I guess for us, less-lucky mortals, we'll have to be content with simply viewing his works - which of course, is a gift in itself. 


Tempo de primavera, tempo de Calder. Para este mês, a Galeria Heather James reuniu uma exposição apenas dos trabalhos do artista. Calder criou mais de meio século de obras e algumas das mais intrigantes — muitas das quais foram presentes feitos para amigos e familiares nunca foram comercializadas. São algumas dessas obras nunca vistas que estão em exposição na galeria.

Entre os tesouros na galeria está um móbile em pé de 1948 que pertenceu à família de um dos bons amigos de Calder — um vizinho com que Calder dividiu ótimas memórias. Também há um retrato de Arthur Miller, que Calder desenhou ao lado de seu celeiro em Connecticut e foi removido mais tarde para que pudesse ser preservado. Também há um bracelete de prata dos anos 60, dado a uma amiga cujo marido ajudou o artista a construir seu estúdio. A lista de objetos interessantes, ao qual Calder adicionou seu toque especial, é muito grande, mostrando a infinita criatividade do artista e também a sua generosidade — enquanto entendemos que era comum para o artista dar seu trabalho de presente!

Ah, como eu gostaria de ter conhecido Calder e ter sido presenteada com um de seus trabalhos! Eu acho que para nós, mortais menos afortunados, teremos que nos contentar em simplesmente ver seus trabalhos — que, claro, são um presente em si.


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