To me, geniality lies in making the simple complex, intriguing. Dan Flavin, the American Minimalist artist who rose to prominence in the 60s and 70s, was a master of this. In his hands, commercially available fluorescent lights turned into sculptural objects. Today, he would have been 83, if he hadn't left us almost 20 years ago. 

 

His light installations - or situations, as he preferred to call them - became the icons of Minimalism. They are placed onto walls, floors or both, always working within their designated spaces. Some of them transverse corners and doorways, engaging whichever type of space they are in. The funny thing is Flavin was very admit about the straight-forwardness of what he was doing. When asked about any symbolic or even spiritual meaning in his work, he would simply respond that his installations were nothing more than fluorescent bulbs interacting with architectural spaces. Yes, this makes sense for this objectivity in art and its aesthetics was one of the principles of Minimalism.

However, as a spectator of his work, it's hard to see it in such a simplistic matter. We are so awed by the Flavin's flooding light present within  an architecture space that we, viewers, develop a new relationship to the space and to light itself. So, at least to me, when I interact with a Flavin installation, that fluorescent lightbulb becomes something else, something greater. I supposed if he was alive, he may cringe a bit at what I am saying - but it's the truth. And I'm pretty positive that other that interact with his works feel the same way. 

If we disagree on that at least there's one thing we can agree on: that this artist deserves to be celebrated today, for his day and for his contribution to making the world a more en-light-ended place! 


 

Para mim, a genialidade está em tornar o simples complexo, intrigante. Dan Flavin, o artista americano minimalista que chegou ao estrelato nos anos 60 e 70, foi um mestre nisso. Em suas mãos, luzes fluorescentes disponíveis comercialmente transformaram-se em objetos esculturais. Hoje, ele faria 83 anos, se não tivesse nos deixado há quase 20 anos.

Suas instalações luminosas — ou situações, como ele preferia chamá-las — tornaram-se os ícones do minimalismo. Elas são colocadas nas paredes, pisos, ou ambos, sempre funcionando dentro de seus espaços designados. Algumas delas atravessam cantos e portas, envolvendo qualquer tipo de espaço em que estejam. O engraçado é que Flavin era muito reconhecido sobre a franqueza do que fazia. Quando perguntado sobre qualquer significado simbólico ou até mesmo espiritual em seu trabalho, ele simplesmente respondia que suas instalações eram nada mais do que lâmpadas fluorescentes interagindo com espaços arquiteturais. Sim, isso faz sentido para essa objetividade na arte e sua estética era um dos princípios do minimalismo.

Entretanto, como uma espectadora de seu trabalho, é difícil vê-lo em uma simplicidade tão simplista. Nós também ficamos admirados pela inundação de luz de Flavin presente dentro de um espaço arquitetural que nós, observadores, desenvolvemos um novo relacionamento com o espaço e com a luz em si. Então, pelo menos para mim, quando eu interajo com uma instalação de Flavin, essa lâmpada fluorescente se transforma em outra coisa, algo maior. Eu suponho que, se ele estivesse vivo, ele talvez se contorcesse um pouco por eu dizer isso, mas é a verdade. E eu tenho muita certeza de que outros que interagem com seus trabalhos sentem a mesma coisa.

Se discordamos nisso, pelo menos existe uma coisa com a qual podemos concordar: que o artista merece ser celebrado hoje, por seu dia e por sua contribuição em tornar o mundo um lugar mais iluminado!


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