I love being at the right place, at  the right time. Since I am in Los Angeles now, I was able to see Mick Rock's "Shooting For Stardust" exhibition at the Taschen Gallery. It originally opened back in September - in celabration of the launch of Taschen's collector's edition of The Rise of David Bowie: 1972–1973 - but given our loss, the gallery on Beverly Boulevard maintained the exhibition opened.

It can be said that Mick was Bowie's photographer. “Mick sees me the way I see myself,” he once said in 1972, the same year Bowie released The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars and gave birth to Ziggy, his delightful alter ego who would woe the world. Since their first successful shoot, Mick spent the next 2 years almost always beside both Bowie and Ziggy, working as their photographer and videographer.

To this day, Mick still regards himself as the guardian of Bowie's image - and this is a title he can certainly claim. The formal portraits, stage shots and backstage captures seen in the exhibition are breathtaking. Through them, we come to understand Mick's unique vision and his intimacy with the rock star. It's all quite amazing! And there's a bonus: the exhibition also features the photographer's captures of other 1970s stars who came toogether with Bowie at some point, including Lou Reed, Iggy Pop, and Queen. Cheers to that!


Eu adoro estar no lugar certo na hora certa. Já que estou em Los Angeles agora, eu fui capaz de ver a exposição “Shooting For Stardust” de Mick Rock na Galeria Taschen. Ela estreou originalmente em setembro — em comemoração ao lançamento da edição de colecionador da Taschen de The Rise of David Bowie: 1972–1973 (A Ascensão de David Bowie) — mas devido à nossa perda, a galeria na Beverly Boulevard manteve a exposição aberta.

Pode-se dizer que Mick foi o fotógrafo de Bowie. “Mick me vê da maneira que eu me vejo”, ele disse um dia em 1972, o mesmo ano em que Bowie lançou The Rise and Fall of Ziggy Stardust e o Spiders from Mars e deu à luz a Ziggy, seu encantador alter ego que ganharia o mundo. Desde sua primeira foto de sucesso, Mick passou os próximos 2 anos quase sempre ao lado de Bowie e de Ziggy, trabalhando como seu fotógrafo e cinegrafista.

Até hoje, Mick ainda se considera como o guardião da imagem de Bowie — e esse é um título que ele certamente reivindica. Os retratos formais, as fotos no palco e as capturas dos bastidores vistas na exposição são de tirar o fôlego. Através delas, passamos a entender a visão única de Mick e sua intimidade com o rock star. É tudo muito impressionante! E tem um bônus: a exposição também apresenta as capturas do fotógrafo de outras estrelas de 1970 que se reuniram a Bowie em algum ponto, incluindo Lou Reed, Iggy Pop e Queen. Um brinde a isso!


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