The art world has just celebrated the centennial of Motherwell's birth and I happened to be in San Francisco to join the party, right at the De Young Museum. One of the city's most important museums opened a one-room exhibition that presents thirteen works by the pioneering Abstract Expressionist. The most important painting on display is probably At Five in the Afternoon (1950), from his series on the the Spanish Republic.

It's worth noting that Motherwell's interest in this subject - one that would take a strong grip on his work - was born when he met novelist and art theorist André Malraux in 1937 in SF, while he was speaking at a rally concerning the Spanish Civil War. Motherwell produced more than 250 paintings and works on this topic, allowing him to create a visual “funeral song for something one cared about.”

Although the exhibition is small, we come out of it reflecting on the historical tragedies of the mid-twentieth century and all the moral dilemmas that they still bring up about human civilization. And, as we celebrate and mourn the life and death of this great artist, we also celebrate and mourn the life and death of our very own civilization. 


O mundo da arte acabou de celebrar o centenário do nascimento de Motherwell e aconteceu de eu estar em San Francisco e me juntar à festa, bem no Museu De Young. Um dos museus mais importantes da cidade inaugurou uma exposição de um cômodo que apresenta treze trabalhos do pioneiro expressionista abstrato. A pintura mais importante em exibição é, provavelmente, At Five in the Afternoon (Às Cindo da Tarde) (1950), de sua série sobre a República Espanhola.

Vale a pena notar que o interesse de Motherwell neste assunto — um que teria uma forte pegada em seu trabalho — nasceu quando ele conheceu o romancista e teórico de arte André Malraux, em 1937, em San Francisco, enquanto ele estava discursando em um comício a respeito da Guerra Civil Espanhola. Motherwell produziu mais de 250 pinturas e trabalhos sobre este tópico, permitindo-o criar uma “música fúnebre” visual “para algo com o que alguém se importava”.

Embora a exposição seja pequena, nós saímos dela refletindo sobre as tragédias históricas da metade do século XX e sobre todos os dilemas morais que elas ainda trazem sobre a civilização humana. E, à medida que celebramos e lamentamos a vida e a morte deste grande artista, nós também celebramos e lamentamos a vida e a morte de nossa própria civilização.


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