I feel that Brazilian design is and has been as important as its art. Take the works of Sergio Bernardes, for example, that stands to this day as icons of Brazil's finest taste. However, it's been a long road for Brazilian design - maybe only recently has it been getting the proper attention it should have from the art world. After all, we are talking about artworks here.
 A manifestation of this new phase for Brazilian designers will be seen at one of the nations biggest art fairs, SP Arte, which will take place in April of this year. The fair is inaugurating a whole section only on Brazilian design with 23 different local galleries, who together are sure to tell a bit - or a lot - on the country’s vibrant design history, from a colonial Brazil to the modernist nation that birthed Niemeyer and Rodrigues. A highlight will be the works of the Campana Brothers, who will be showing their Cangaço Collection - an ode to a more traditional side of Brazil. Thename comes from cangaceiros, the name for the bandits of Northeastern Brazil who protested against the government and wealthy landowners at the end of the 19th century and through the early 20th century. I am curious to see how this piece of history will be translated into Campana's pieces and, most importantly, how Brazil's population will adhere to its very own design.


Eu sinto que o design brasileiro é e tem sido tão importante quanto a sua arte. Veja os trabalhos de Sergio Bernardes, por exemplo, que até hoje são ícones do mais fino gosto brasileiro. No entanto, tem sido uma estrada longa para o design brasileiro — talvez apenas recentemente ele tem ganhado a atenção adequada que deveria do mundo da arte. Afinal de contas, estamos falando sobre obras de arte aqui.

Uma manifestação dessa nova fase para designers brasileiros será vista em uma das maiores feiras de arte da nação, SP Arte, que acontecerá em abril deste ano. A feira está inaugurando uma seção inteira apenas sobre o design brasileiro com 23 galerias locais diferentes, que juntas certamente contarão um pouco — ou muito — sobre a vibrante história do design do país, de um Brasil colonial até a nação modernista que nasceu com Niemeyer e Rodrigues. Um destaque serão os trabalhos dos Campana Brothers, que exibirão sua Coleção Cangaço — um ode ao lado mais tradicional do Brasil. O nome vem dos cangaceiros, o nome para os bandidos do nordeste do Brasil, que protestaram contra o governo e proprietários de terra ricos no fim do século XIX e ao longo do início do século XX. Estou curiosa para ver como este pedaço da história será traduzido em peças dos Campana e, mais importante, como a população brasileira aderirá ao seu próprio design.


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