The Venice Biennale has just annouced its next artistic director: French curator Christine Macel, who is the chief curator at the Pompidou and who has curated two national pavillions at past Biennals. Though the move has been heralded as an honor for both France and women, one has to point out that, sadly, she is only the fourth woman in 122 years to fill the spot. This is a great achievement for Christine, of course, but it brings up issues. Just as we have asked the art world why there aren't more woman artists in museums, we must also ask why there aren't more woman curators, specially within the Venice Bienalle, which is the art world's most important event. 

Regardless, we all hope that Macel will directly and indirectly point to why we need more women in the art world. As the director, she follows the Nigerian-born Okwui Enwezor,who led an extremely-sucessful yet overtly politicized Biennale. It is my hope that Macel may bring a greater sense of optimism to the 57th edition. As a curator she often focuses on the important role that artists play in "injecting generous vitality into the world we live in” - and that may be just what the world needs, alongside a dose of more femininity.


A Bienal de Veneza acabou de anunciar sua próxima diretora artística: a curadora francesa Christine Macel, que é a chefe curadora no Pompidou e que já fez curadoria de dois pavilhões nacionais nas últimas Bienais. Embora o movimento tenha sido anunciado como uma honra tanto para a França quanto para as mulheres, deve-se notar, infelizmente, que ela é apenas a quarta mulher em 122 anos a preencher essa vaga. Esta é uma grande conquista para Christine, claro, mas traz à tona algumas questões. Assim como perguntamos ao mundo da arte por que não existem mais mulheres artistas em museus, também devemos perguntar por que não existem mais mulheres curadoras, especialmente dentro da Bienal de Veneza, que é o evento mais importante do mundo da arte.

De qualquer maneira, todos esperamos que Macel mostre direta e indiretamente por quê precisamos de mais mulheres no mundo da arte. Como diretora, ela segue o nigeriano Okwui Enwezor, que liderou uma Bienal extremamente bem-sucedida, mesmo que exageradamente politizada. Minha esperança é que Macel possa trazer um senso de otimismo à 57ª edição. Como curadora ela frequentemente foca no papel mais importante que os artistas desempenham em “injetar vitalidade generosa no mundo em que vivemos” — e isso pode ser exatamente o que o mundo precisa, junto a uma dose de mais feminilidade.


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