I have been doing my research for the best upcoming exhibitions of this new year and already have one that I've marked on my cultural calendar. 

The Saatchi Gallery  has recently opened its door to "Champagne Life", an exhibition that celebrates the gallery's 30th birthday. And as we can expect from them, Saatchi is addressing contemporary social issues, with its first all-female show. To be honest, I was surprised that a gallery that has been so progressive in its ways of exhibiting art (be it on its white walls or virtually), would only have its first all female show after 30 years (some say its because Saatchi always exhibits his collections based on geography or medium rather than gender). Nevertheless, I am always happy to see a show that promotes women in the arts.

For the exhibition, emerging international artists such as Mequitta Ahuja and Alice Anderson were asked to consider what it means to be a female artist working today. 

What are some works I can't wait to see in person? Maha Malluh’s "Food for Thought" made of pans that have been charred at their bottom, ironically pointing to burn-out ideas and beliefs that define women's roles in society. In fact, the whole exhibition spews out irony, with its very title coming from Julia Wachtel's work in which an image of Kanye and Kim has been repeated and inverted and placed alongside a Minnie Mouse toy. 

So yes, though it took some years, it's good to know that Saatchi has put together this type of exhibition: ruled by women, overpowered by attitude and soaked in a sassy-type of intelligence. 


Eu andei fazendo minha pesquisa sobre as melhores exposições que estão por vir neste novo ano e já tenho uma que marquei no meu calendário cultural.

A Galeria Saatchi inaugurou recentemente suas portas para a “Champagne Life” (Vida de Champagne), uma exposição que celebra o aniversário de 30 anos da galeria. E como podemos esperar, a Saatchi está abordando os problemas sociais contemporâneos, com sua primeira exibição completamente feminina. Para ser honesta, eu fiquei surpresa que uma galeria que tem sido tão progressiva em sua maneira de exibir arte (seja em suas paredes brancas ou virtualmente), só tenha feito sua primeira exibição inteiramente feminina depois de 30 anos (alguns dizem que é porque Saatchi sempre exibe suas coleções com base na geografia ou no meio em vez de gênero). Mesmo assim, eu fico sempre feliz em ver um show que promove as mulheres nas artes.

Para a exposição, artistas emergentes internacionais, como Mequitta Ahuja e Alice Anderson, foram convidadas a considerar o que significa ser uma mulher artista trabalhando atualmente.

Quais são alguns dos trabalhos que mal posso esperar para ver pessoalmente? “Food for Thought” (Alimento para o Pensamento), de Maha Malluh, feita de panelas que tiveram seus fundos carbonizados, apontando ironicamente ideias e crenças “queimadas” que definem os papéis das mulheres na sociedade. Na verdade, toda a exposição transborda ironia, com seu próprio título vindo do trabalho de Julia Wachtel, em que uma imagem de Kanye e Kim foi repetida e invertida e colocada lado a lado a um brinquedo da Minnie Mouse.


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