The Venice Biennale (which this yeas has the theme "All the World's Future”) started in the beginning of the month. I haven't had the opportunity to see it in person (this month my travels were limited to Cannes) but that doesn't mean I haven't done my research on the artwork being shown.

The hyper colorful installation of  fabric, soil  and metals by the German artist Katharina Grosse is amazing, as well as Kutlug Ataman's installation made up by thousands of individual videos. It's is super relevant to our current times, where we are flooded by images through our cellphones all the time.

Brazilian artists are ever so present at the Biennale, which is exciting! Vik Muniz is behind the work that imitates a paper boat (of the size of a traditional vaporetto) that sets sail in the waters of the Adriatic sea, a comment on the death of immigrants crossing the Mediterranean sea. Another important name: Véio, the northeastern Brazilian artist who brought his painted logs to represent the spirits of the forest. The installation came to life thanks to the Marni maison, which is celebrating its 20th anniversary.

For those planning on going, don't forget to check out the recommendations above!


A Biennale de Veneza, com o tema " All the World's Future" começou no inicio do mês. Não tive a oportunidade de vê-la ao vivo (minha viagem de maio foi para Cannes) mas nem por isso deixei de pesquisar o que tem de melhor (quando o assunto é arte) por lá.

Achei a instalação hiper colorida de tecidos, terra e metais realizada pela alemã Katharina Grosse incrível, assim como a instalação composta por milhares de vídeos individuais de Kutlug Ataman - ela é super pertinente aos tempos atuais em que somos inundados por imagens via nossos celulares.

Os brasileiros estao brilhando por lá. Vik Muniz está por trás da obra que imita um barco de papel (no tamanho do tradicional vaporetto) nas águas do mar Adriático, oferecendo um comentário sobre as mortes de imigrantes cruzando o mar Mediterrâneo. Outro nome de importância: o Veio, artista nordestino que trouxe seus troncos pintados para representar os espíritos da floresta. A instalação ganhou vida graças a maison Marni que comemora seus 20 anos.

Quem estiver planejando ir, não deixe de conferir as recomendações acima!


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